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4 dicas para comprar bem seu imóvel

 de Felippe Alfredo em 8 de outubro de 2014
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O mercado imobiliário hoje é pauta central em qualquer mídia ou conversa do dia-a-dia. O crédito farto trouxe a possibilidade de realizar sonhos, de quem quer sair do aluguel e ter seu imóvel. Mas acordou também as mente especulativas dos investidores. Importante notar, que neste mosaico de fatores de alta, existe sim a valorização legítima, que ocorre em lugares onde a demanda está equilibrada com a oferta, e que são procurados por seus benefícios, como qualidade de vida e segurança (o que é o caso dos imóveis em Dois Irmãos).

Esta dinâmica, vastamente simplificada para benefício do leitor, traz um extremo grau de incerteza e preocupação ao investidor, que fica constantemente se perguntando se aquela compra está sendo bem realizada. Em outras palavras, fica ecoando no pensamento: “será que perdi ou ganhei dinheiro?”.

Para ter a certeza de que você aplicou os princípios básicos de boas práticas no investimento imobiliário, e possa dormir de consciência limpa em seu novo imóvel, elegemos quatro pontos essenciais a se observar, antes e durante o processo de compra.

1. Foco – defina o tipo de imóvel que quer comprar

O primeiro estágio de quem vai investir em imóvel é sempre decidir entre apartamento, casa ou terreno para construir. Uma série de fatores são colocados na balança. Uma casa, por exemplo, exige manutenção constante e dedicação, ao passo que apartamento torna-se mais prático. Quem tem animais dá mais preferência para casa, embora às vezes o custo reduzido de um apartamento acabe ditando a escolha. Enfim, é um sem número de considerações, feitas não somente por uma pessoa, mas pelo casal ou família.

A primeira orientação é, portanto, escolher o tipo de imóvel e se comprometer com esta decisão. Antes de procurar um profissional do ramo ou imobiliária, faça seu dever de casa. Pesquise a oferta de imóveis na cidade desejada e tire um tempo para conhecê-la. Circule pelas ruas e bairros e veja o que lhe agrada mais naquele ambiente: casa ou apartamento. Desta forma fica mais fácil de comparar linhas de crédito em diferentes bancos por exemplo, e planejar gastos posteriores, seja com manutenção, mobília ou documentação. Sem contar que o consultor imobiliário irá lhe fazer um atendimento mais eficiente e dedicado.

 

2. Crédito – conheça bem o seu limite de financiamento bancário

Imagine este cenário: você fica 6 meses procurando imóvel, encontra o tão esperado, assina o contrato de compra e venda, e quando vai no banco seu financiamento não é suficiente para cobrir o saldo. Frustração, constrangimento e multa (isto mesmo, contratos de compra e venda preveem multa para não cumprimento de obrigações).

A avaliação prévia do crédito, não somente através das simulações na internet, mas falando com seu gerente de conta e comparando propostas em diferentes agentes financeiros, irá permitir uma procura mais realista e eficiente de seu imóvel. O consultor imobiliário designado vai adicionar este critério na seleção de imóveis a mostrar, evitando olhar imóveis que não cabem no seu bolso.

 

3. Burocracia – conheça bem os custos envolvidos na transação

Imobiliária em Dois IrmãosA grande maioria das pessoas que procuram imóvel para moradia não estão cientes das despesas extras que envolve adquirir um imóvel, ao contrário de um investidor que já sabe de saída quanto será seu custo extra no negócio. As principais despesas são:

  • Tabelionato – Escritura
  • Registro de Imóveis – Averbações

Estes dois pontos geram despesas de taxas e serviço – se você não o fizer, terá que contratar alguém para fazer, ou acordar previamente com seu consultor imobiliário a inclusão deste serviço.

Cada situação deve ser calculada com base nas características do imóvel e da transação, mas de uma forma bem geral, pode-se considerar um gasto extra de 3% a 5% sobre o valor do imóvel.

 

4. Fatos – não ‘brigue’ com o mercado

Esta é sem dúvida a dica mais importante deste artigo. O mercado de imóveis obedece às oscilações econômicas e financeiras da época, e ponto final. Existem três tipos de valores atribuídos a um imóvel:

  1. O valor real, de avaliação técnica, que é feito principalmente para processos judiciais ou vendas maiores como de empresas e complexos;
  2. O valor que o proprietário dá, que sempre é o valor mais distorcido e exagerado, em função da história atrelada e do valor emocional fortemente vinculado;
  3. O VALOR DE MERCADO, que é o valor no qual deve-se basear para a realização de negócios. Este valor será ditado pelo valor de avaliação técnica mais os fatores externos como depreciação, inflação e outros, e a famosa lei da oferta/demanda.

Portanto, quando estiver em negociação do imóvel que você escolheu e gostou, e notar que o preço do imóvel está acima do mercado, o procedimento é bastante simples: formalizar proposta junto ao seu corretor, dentro da realidade de mercado do que você e o profissional acreditam que vale aquele imóvel – dentro do bom senso, é claro.

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